   

{"id":2519,"date":"2022-01-30T11:03:40","date_gmt":"2022-01-30T14:03:40","guid":{"rendered":"https:\/\/revistavocemais.com.br\/?p=2519"},"modified":"2022-03-01T23:01:20","modified_gmt":"2022-03-02T02:01:20","slug":"a-construcao-da-igreja-de-sao-pedro","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/revistavocemais.com.br\/index.php\/2022\/01\/30\/a-construcao-da-igreja-de-sao-pedro\/","title":{"rendered":"A Constru\u00e7\u00e3o da Igreja de S\u00e3o Pedro"},"content":{"rendered":"\n<figure class=\"wp-block-image size-full\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"865\" height=\"110\" src=\"https:\/\/revistavocemais.com.br\/wp-content\/uploads\/2022\/01\/BannerCarimbo.png\" alt=\"\" class=\"wp-image-2526\" srcset=\"https:\/\/revistavocemais.com.br\/wp-content\/uploads\/2022\/01\/BannerCarimbo.png 865w, https:\/\/revistavocemais.com.br\/wp-content\/uploads\/2022\/01\/BannerCarimbo-300x38.png 300w, https:\/\/revistavocemais.com.br\/wp-content\/uploads\/2022\/01\/BannerCarimbo-768x98.png 768w\" sizes=\"auto, (max-width: 865px) 100vw, 865px\" \/><\/figure>\n\n\n\n<p class=\"has-background\" style=\"background-color:#efd4d4\"><em>\u00c9 de uma responsabilidade enorme esta tarefa que o amigo\/ colunista Renato Magalh\u00e3es, me concedeu. <br>Falar de meu saudoso pai, o Historiador Manoel Gon\u00e7alves Maciel e seu belo trabalho incans\u00e1vel do resgate da hist\u00f3ria de Cachoeiro. \u00c9 voltar ao passado com muito orgulho.<br>Com certeza, a Revista Voc\u00ea+ vai apresentar aos seus leitores uma mat\u00e9ria fascinante sobre a constru\u00e7\u00e3o da imponente Igreja de S\u00e3o Pedro, hoje Catedral de S\u00e3o Pedro.<br>Uma pesquisa minuciosa, com detalhes \u00fanicos, relatados pelo apaixonado Historiador, no qual eu,<br>como filha e sua incentivadora, autorizo a publica\u00e7\u00e3o na \u00edntegra, extra\u00edda de seu livro \u201cVoltando ao Cachoeiro Antigo&#8221; Volume II. Um presente pra voc\u00ea viajar no tempo!<\/em><\/p>\n\n\n\n<p><\/p>\n\n\n\n<div class=\"wp-block-columns is-layout-flex wp-container-core-columns-is-layout-9d6595d7 wp-block-columns-is-layout-flex\">\n<div class=\"wp-block-column is-layout-flow wp-block-column-is-layout-flow\" style=\"flex-basis:33.33%\">\n<figure class=\"wp-block-image size-full\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"340\" height=\"589\" src=\"https:\/\/revistavocemais.com.br\/wp-content\/uploads\/2022\/01\/catedral1.png\" alt=\"\" class=\"wp-image-2522\" srcset=\"https:\/\/revistavocemais.com.br\/wp-content\/uploads\/2022\/01\/catedral1.png 340w, https:\/\/revistavocemais.com.br\/wp-content\/uploads\/2022\/01\/catedral1-173x300.png 173w\" sizes=\"auto, (max-width: 340px) 100vw, 340px\" \/><\/figure>\n\n\n\n<p class=\"has-small-font-size\">A beleza imponente da Catedral de S\u00e3o Pedro, \u00edcone arquitet\u00f4nico de Cachoeiro.<\/p>\n<\/div>\n\n\n\n<div class=\"wp-block-column is-layout-flow wp-block-column-is-layout-flow\" style=\"flex-basis:66.66%\">\n<p>O texto abaixo, em sua \u00edntegra, \u00e9 de autoria do historiador Manoel Gon\u00e7alves Maciel. Foi publicado na 1\u00aa edi\u00e7\u00e3o, Volume II, do livro \u201cVoltando ao Cachoeiro Antigo\u201d.<\/p>\n\n\n\n<p>A reprodu\u00e7\u00e3o desta narrativa foi autorizada pela filha do autor, Dra. Margaret Maciel Zampirolli, cirurgi\u00e3-dentista, que mora em Cachoeiro. Menina vizinha nossa e cuja amizade ficou consolidada quando a vimos crescer na Avenida Monte Castelo, pr\u00f3ximo de onde fica hoje o F\u00f3rum da cidade. Representa especial orgulho para n\u00f3s apresentar este trabalho, porque \u201cseu\u201d Manoelzinho, como era carinhosamente chamado por tantos quantos o conheciam, sempre foi um modelo a ser seguido.<\/p>\n\n\n\n<p>Eis o texto original:<br><em>\u201cNo princ\u00edpio do s\u00e9culo passado, onde est\u00e1 o Mercado Municipal, existia a Igreja de S\u00e3o Jo\u00e3o, cujo terreno foi doa\u00e7\u00e3o de Manoel Ara\u00fajo Machado. Consta que essa igreja desabou. O padre Jos\u00e9 Bonif\u00e1cio<br>Parense, em 27 de abril de 1918, em entendimento com o prefeito da cidade, Reynaldo Souto Machado conseguiu permutar, com o munic\u00edpio, o terreno que vinha sendo ocupado por dita igreja, pela \u00e1rea de terra onde foi levantada a atual matriz de S\u00e3o Pedro, \u00e1rea esta avaliadaem 5.158 m2, conforme medi\u00e7\u00e3o efetuada pelo agrimensor Orozimbo de Souza.<\/em><\/p>\n<\/div>\n<\/div>\n\n\n\n<p><em>No dia 25 de julho de 1925, na passagem da festa de Santana, o vig\u00e1rio Florentino Garcia tentou dar in\u00edcio \u00e0s obras para constru\u00e7\u00e3o da matriz, mas n\u00e3o foi al\u00e9m dos primeiros passos, n\u00e3o se sabe por que, talvez por falta de recursos financeiros, lan\u00e7ou a pedra fundamental e desistiu do intento<\/em>.<\/p>\n\n\n\n<p><em>Em 1936, o padre Jos\u00e9 Gon\u00e7alves, reconhecendo a necessidade de construir a nova matriz, moveu uma forte campanha, por\u00e9m, n\u00e3o foi bem sucedido. Em 16 de agosto de 1940, tendo \u00e0 frente o padre Jos\u00e9 Garro, foi dado impulso aos preparativos da constru\u00e7\u00e3o, inclusive, levou \u00e0s m\u00e3os do prefeito Fernando de Abreu, para aprecia\u00e7\u00e3o, o projeto da obra de autoria do engenheiro russo, Dr. Wlademiro Bogadanoff, no sentido de ser pleiteada a necess\u00e1ria colabora\u00e7\u00e3o. O prefeito, em considera\u00e7\u00e3o aos aspectos arquitet\u00f4nicos bem imaginados e movido, tamb\u00e9m, pelo desejo de ver a cidade dotada de um templo condigno, deu todo o apoio.<\/em><\/p>\n\n\n\n<div class=\"wp-block-image\"><figure class=\"aligncenter size-full\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"761\" height=\"445\" src=\"https:\/\/revistavocemais.com.br\/wp-content\/uploads\/2022\/01\/Catedral2.png\" alt=\"\" class=\"wp-image-2529\" srcset=\"https:\/\/revistavocemais.com.br\/wp-content\/uploads\/2022\/01\/Catedral2.png 761w, https:\/\/revistavocemais.com.br\/wp-content\/uploads\/2022\/01\/Catedral2-300x175.png 300w\" sizes=\"auto, (max-width: 761px) 100vw, 761px\" \/><figcaption>Altar da Catedral de S\u00e3o Pedro, nos dias de hoje<\/figcaption><\/figure><\/div>\n\n\n\n<p><em>Em seguida, foi constitu\u00edda uma Comiss\u00e3o, com resolu\u00e7\u00e3o de se interessar pelo assunto: Diretor \u2013 Padre<br>Jos\u00e9 Garro; Presidente \u2013 Fernando de Abreu; Secret\u00e1rio \u2013 Dr. Jo\u00e3o Gondin Fabr\u00edcio; Tesoureiro \u2013 Pedro Cuevas Junior; Vogais \u2013 \u00c1tila Vivacqua e Assad Abiguenen.<br><br>No dia 2 de setembro de 1940, j\u00e1 existindo em caixa a quantia de Cr$ 600,00, obtidos de devotos, por interm\u00e9dio de Cec\u00edlia Dutra Lopes de Rezende, foi dado novo embalo \u00e0s obras. A comiss\u00e3o, ent\u00e3o criada,<br>recorreu \u00e0s firmas comerciais e contratou o construtor Jaime Santos para dirigir os trabalhos, mediante a remunera\u00e7\u00e3o de Cr$ 600,00 mensais. J\u00e1 estava ele na constru\u00e7\u00e3o da c\u00fapula do Presbit\u00e9rio, quando sofre um acidente mortal. Seu substituto foi o construtor Jos\u00e9 Cocco, que chegou ao t\u00e9rmino da obra.<\/em><br><em><br>No m\u00eas de junho de 1941, Dom Luiz Scortegangna, ent\u00e3o Bispo Diocesano do Esp\u00edrito Santo, rezou a primeira missa na matriz ainda em constru\u00e7\u00e3o e benzeu a pedra inicial do Altar-Mor. Paraninfaram as cerim\u00f4nias inaugurais: Elp\u00eddio Volpini e Senhora, Nair Lopes de Rezende, Pedro Cuevas Junior e Senhora,<br>estes representados por Mario Casotti e Senhora. <br><br>Em julho de 1943, Elp\u00eddio Volpini, Jo\u00e3o Secchin Junior e Dirceu Alves de Medeiros passaram a integrar<br>a Comiss\u00e3o. Constru\u00e7\u00e3o dispendiosa, que s\u00f3 conseguiu ir avante gra\u00e7as \u00e0 coleta de in\u00fameros donativos e do dinheiro arrecadado \u00e0 custa de v\u00e1rias rifas e leil\u00f5es, promovidos com prendas ofertadas generosamente pelo povo.<br><br>No final da constru\u00e7\u00e3o, ficaram registradas estas doa\u00e7\u00f5es: Servi\u00e7o completo de Alto-falantes, oferta<br>de Jos\u00e9 Cola e Fam\u00edlia; a Senhora Lofego ofereceu o Arago-S\u00e3o Pedro Ap\u00f3stolo; a Senhora Farid Felix, a imagem Santa Ign\u00eaz; Vicente Garambone, a imagem de Nossa Senhora das Gra\u00e7as; Dr. Dalton<br>Penedo, Jos\u00e9 Carlos Bustamanto, Branca Martins e Madre Gertrudes de S\u00e3o Jos\u00e9 ofertaram, confeccionado em bronze dourado, o Sacr\u00e1rio e o Trono.<\/em><\/p>\n\n\n\n<p><\/p>\n\n\n\n<div class=\"wp-block-image\"><figure class=\"aligncenter size-full\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"612\" height=\"599\" src=\"https:\/\/revistavocemais.com.br\/wp-content\/uploads\/2022\/01\/vital.png\" alt=\"\" class=\"wp-image-2530\" srcset=\"https:\/\/revistavocemais.com.br\/wp-content\/uploads\/2022\/01\/vital.png 612w, https:\/\/revistavocemais.com.br\/wp-content\/uploads\/2022\/01\/vital-300x294.png 300w\" sizes=\"auto, (max-width: 612px) 100vw, 612px\" \/><figcaption>Vitral retratando passagem onde Jesus caminha sobre as \u00e1guas e socorre Pedro, que afunda por falta de f\u00e9<\/figcaption><\/figure><\/div>\n\n\n\n<p><em>O foro local ofereceu dois candelabros. Anacleto Ramos e Senhora, ofertaram duas serpentinas em bronze dourado. O crucifixo do Altar-Mor foi ofertado por M\u00e1rio Casotti. Wilson Rezende presenteou com uma cruz de Prociss\u00e3o. Daniel Alcure, Odete Richa, Odete Carone, Saguia e Filhos, Josefina Barbieri<br>e Filhos, Julieta Pimenta, ofereceram c\u00e1lice, \u00e2mbula, galhetas, patena, l\u00e2mpada do Sant\u00edssimo e Missal. <br>A institui\u00e7\u00e3o denominada Obra do Tabern\u00e1culo de Cachoeiro, que era dirigida por Nair Rezende confeccionou alfaias e as ofertou. Uma toalha de altar e uma de comunh\u00e3o foram ofertadas pela zeladora Maria Soares. Nita Soares ofertou toalhas com uma alva de sobrepeliz (vestimenta de linho usada pelos padres sobre a batina). Azulino Semprini e N\u00edvia, sua filha, prestaram uma colabora\u00e7\u00e3o generosa e art\u00edstica: a pintura da ab\u00f3bada da capela-mor, com alus\u00f5es ao mist\u00e9rio da Sant\u00edssima Trindade e ao Divino Esp\u00edrito Santo.<\/em><br><br><em>No dia 20 de junho de 1949, o frei Luiz Atienza inaugurou, festivamente, a Igreja de S\u00e3o Pedro \u2013 a igreja matriz da cidade de Cachoeiro de Itapemirim, hoje, na verdade, bastante sem express\u00e3o internamente, pois afastaram dali, talvez a t\u00edtulo de moderniza\u00e7\u00e3o dos preceitos religiosos, todas as antigas<br>imagens; modificaram o altar e suprimiram tudo que tinha para mostrar e documentar, indiscutivelmente,<br>a sua hist\u00f3ria.<\/em> <\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-white-color has-text-color has-background\" style=\"background-color:#831e1e\">O observador de p\u00e1ssaros, segundo o Wikip\u00e9dia, \u00e9 aquela pessoa cuja atividade e boa parte da sua vida consiste na coleta de registros visuais ou auditivos de aves e pode ser realizada n\u00e3o s\u00f3 a olhos nus, mas tamb\u00e9m por equipamentos que aumentam a capacidade visual do observador, como bin\u00f3culos, telesc\u00f3pios, c\u00e2meras fotogr\u00e1ficas\u2026 <br>E permito-me tra\u00e7ar aqui um paralelo virtuoso entre o observador de p\u00e1ssaros e a grande figura humana que foi Manoel Gon\u00e7alves Maciel. Personagem sensibil\u00edssima que adotou a nossa cidade como<br>sua, \u201cseu\u201d Manoelzinho, como era carinhosamente chamado por muitos, inclusive por mim, seu vizinho por longo per\u00edodo e admirador por toda uma vida, sempre guardou perfeita verossimilhan\u00e7a com aqueles naturalistas que citei no in\u00edcio da frase. A n\u00e3o ser por duas prosaicas diferen\u00e7as: Manoel Gon\u00e7alves Maciel, historiador de m\u00e3os cheias, era um observador atento n\u00e3o de p\u00e1ssaros, mas da cidade que tomou como sua, Cachoeiro. E o ferramental que utilizava, com grande maestria, era a extraordin\u00e1ria sensibilidade do poeta urbano. Focalizava e retratava Cachoeiro com tal n\u00edvel de min\u00facias que s\u00f3 o cora\u00e7\u00e3o apaixonado e a alma devota poderiam fazer: esquadrinhando minuciosamente cada<br>bairro, cada rua, cada personagem, cada fato, cada curiosidade pr\u00f3prias da nossa cidade, retratando-os em suas cr\u00f4nicas personal\u00edssimas.<br>                                                                                Nota do Editor Renato Magalh\u00e3es<\/p>\n\n\n\n<p><\/p>\n\n\n\n<div class=\"wp-block-image\"><figure class=\"aligncenter size-full\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"662\" height=\"692\" src=\"https:\/\/revistavocemais.com.br\/wp-content\/uploads\/2022\/01\/Biografia-Manoel.png\" alt=\"\" class=\"wp-image-2523\" srcset=\"https:\/\/revistavocemais.com.br\/wp-content\/uploads\/2022\/01\/Biografia-Manoel.png 662w, https:\/\/revistavocemais.com.br\/wp-content\/uploads\/2022\/01\/Biografia-Manoel-287x300.png 287w\" sizes=\"auto, (max-width: 662px) 100vw, 662px\" \/><\/figure><\/div>\n<div class='watch-action'><div class='watch-position align-left'><div class='action-like'><a class='lbg-style1 like-2519 jlk' href='javascript:void(0)' data-task='like' data-post_id='2519' data-nonce='60ba9dd616' rel='nofollow'><img class='wti-pixel' src='https:\/\/revistavocemais.com.br\/wp-content\/plugins\/wti-like-post\/images\/pixel.gif' title='Like' \/><span class='lc-2519 lc'>0<\/span><\/a><\/div><\/div> <div class='status-2519 status align-left'><\/div><\/div><div class='wti-clear'><\/div>","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>\u00c9 de uma responsabilidade enorme esta tarefa que o amigo\/ colunista Renato Magalh\u00e3es, me concedeu. 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